Brasil é a ‘bola da vez’ para data centers

Uma pesquisa recente sobre data centers realizada pela IDC, em conjunto com a Aceco TI, empresa especializada no projeto, design e construção de data centers, lança luz sobre a configuração do ambiente mais adequado para suportar o processamento das aplicações corporativas no conceito de cloud computing, que cada vez mais se consolida como uma estratégia de TI para as empresas.

O estudo ouviu 185 companhias na América do Sul – das quais 105 estão instaladas no Brasil – sobre investimentos, construção, terceirização, infraestrutura e serviços relativos à operação e utilização de serviços de data Center, sinaliza para cenários interessantes.

A pretensão de aumentar ou reformar a capacidade do data center nos próximos anos foi citada por 48% das empresas consultadas no estudo. Nesse sentido, os respondentes relacionaram segurança física, sistemas elétricos e de climatização redundantes, nesta ordem, como prioridades dos investimentos que precisam ser feitos para garantir a integridade e continuidade das operações do data center.
O estudo mostra ainda que há um crescimento significativo nas ofertas relacionadas a plataformas orientadas ao modelo de cloud computing, que contemplam tecnologias e serviços como consolidação e virtualização de servidores, por exemplo, certamente impulsionarão reformas nos data centers atuais.

O presidente da Aceco TI, Jorge Nitzan, ressalta ainda a possibilidade das empresas utilizarem o data center container, que está surgindo como uma novidade no mercado para abrigar as instalações do cloud. “Não há diferença, desde que haja segurança física”, afirma. O executivo salienta que as empresas se deparam ainda com outro grande desafio: garantir a confiabilidade, escalabilidade, modularidade e a alta disponibilidade das instalações.

“No passado, o data center tinha uma concepção engessada, que não permitia o seu crescimento. Mas com os projetos modulares e escaláveis de engenharia e construção, isso não acontece, uma vez que as instalações são preparadas para crescer, inclusive, por fases”, sinaliza.

O executivo lembra que a empresa recém-concluiu a construção de um data center container no alto da Cordilheira dos Antes, a 4400 metros de altitude, para o Grupo Collahuasi comandar o processo de extração de mineiras nas montanhas. “Esse é um verdadeiro projeto de computação na nuvem”, diz Nitzan. No Brasil, a empresa conduziu os projetos dos data centers da Ativas, T-Systems e Alog que, reunidos, somaram aportes superiores a R$ 100 milhões.

Com informações de Convergência Digital

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